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Rui Costa afirma que obras de infraestrutura vão colocar Lauro de Freitas entre as melhores cidades do País

Da Redação
Atualizado em 03/04/2018 ás 18:00


Foto: Reprodução
O governador Rui Costa assinou nesta terça-feira (3), em Lauro de Freitas, a ordem de serviço para início das obras de macrodrenagem do Rio Ipitanga e de mais nove canais. Orçada em R$ 168.7 milhões, as intervenções vão reduzir os alagamentos na área urbana, beneficiando as localidades do Caji da Urbis, Jardim dos Pássaros, Santa Júlia, Jaraguá, Horto, Japonês, Lagoa dos Patos, Fazendão, Xangô Oxalá e Centro, ao longo de 14 Km de extensão. As obras terão duração de 18 meses.

O projeto de macrodrenagem prevê a construção de seis reservatórios de amortecimento (RA) com a função de evitar o transbordamento do rio durante chuvas e que servirão como área de lazer nos períodos de estiagem. Os RAs vão agregar campos de futebol, parques, ciclovias, quadras, academias de ginástica e pistas de corrida. Com o aumento da capacidade de escoamento da calha do rio, a obra também vai contribuir para reduzir a poluição no Rio Joanes onde o Ipitanga desagua.

Ao lado da prefeita Moema Gramacho, secretários e vereadores, o governador teve uma recepção calorosa da população. Rui Costa destacou as grandes obras estruturais que o Governo vem trazendo para a cidade e que vão colocar Lauro de Freitas entre as melhores cidades do Brasil em infraestrutura urbana. “Hoje se inicia uma obra que, com absoluta certeza vai melhorar a infraestrutura de Lauro de Freitas melhorando a qualidade de vida das pessoas e que tem o objetivo de evitar um transtorno para o município e para a população”. Rui anunciou ainda a construção de uma Unidade de Acolhimento Infanto Juvenil e de uma Acadamia da Saúde em Lauro de Freitas.

A prefeita, que presenteou Rui Costa com uma muda de Pau-Brasil, símbolo de resistência, agradeceu a parceria do Governo com Lauro de Freitas. “Eu tenho um orgulho retado desse governador. Hoje estamos transformando o que era apenas um projeto em realidade. É um sonho que tive lá atrás e que está se concretizando”. O projeto de macrodrenagem do Rio Ipitanga é resultado de um estudo realizado pela Prefeitura de Lauro de Freitas em parceria com a Universidade Federal da Bahia, em 2009, segunda gestão de Moema Gramacho.
Foto: Reprodução
De olho na tela onde era exibido o vídeo do projeto, dona Maria da Conceição Oliveira pedia detalhes da obra no Jaraguá. “O canal passa nos fundos da minha casa e toda vez que chove transborda, inundado tudo. A Prefeitura limpa, mas tem muita construção irregular que impede a água de descer.” Como ela, moradores do Japonês e Lagoa dos Patos comemoraram o anúncio do início das obras.

Participaram da cerimônia os secretários estaduais Jusmari Oliveira (SEDUR), Carlos Martins (SJDHDS), Geraldo Reis (SEMA) e Jaques Wagner (SDE). Os deputados estaduais Gika Lopes, Joseildo Ramos, Luiza Maia, Mirela Macedo, Bira Coroa e Isidório Santana e a cantora Sara Jane também prestigiaram o evento, além dos secretários e vereadores de Lauro de Freitas.



Aula Prática

Antes da solenidade de assinatura da ordem de serviço, alunos das escolas Ana Lúcia Magalhães, Santa Júlia e Vida Nova participaram de uma aula ao ar livre sobre a história do Rio Ipitanga e a importância do afluente para o município. “A aula foi muito interessante. Pra nós é um aprendizado extra. Estou muito alegre em saber que essa obra vai trazer uma nova opção de lazer pra nós além de recuperar o rio”, revelou o estudante Feliphe Alves.

A prefeita Moema Gramacho destacou a importância dos alunos participarem desse momento no município. “Parabéns aos professores por entenderem a dimensão deste fato e trazerem os alunos para acompanhar de perto além de fazê-los protagonistas da história de Lauro de Freitas”.

O Rio Ipitanga – “águas vermelhas” na língua Tupi - nasce no município de Simões Filho, passa por Salvador, atravessa Lauro de Freitas e deságua no rio Joanes. O rio deu origem ao primeiro nome de Lauro de Freitas, Santo Amaro de Ipitanga. As águas das bacias do Ipitanga e do Joanes e seus afluentes são, principalmente, para abastecimento doméstico representando cerca de 40% da água superficial captada para abastecimento da Região Metropolitana de Salvador.
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